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    O Grande Debate: Lula ou Flávio tem mais fôlego para crescer?
    CNN Brasil·19 de set., 21:45

    O Grande Debate: Lula ou Flávio tem mais fôlego para crescer?

    O empresário Leonardo Bortoletto e o comentarista da CNN José Eduardo Cardozo debateram, na sexta-feira (18), em O Grande Debate (de segunda a sexta-feira, às 23h), dados de pesquisas eleitorais e avaliaram quais candidatos teria mais condições de crescer nas próximas semanas. Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta semana aponta um cenário de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro nas intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial. Os números mostram Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 44%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    No primeiro turno, Lula aparece com 39% e Flávio com 36%. Brancos e nulos somam 8%, enquanto os indecisos representam 1%. Leia Mais "Nada deve ser vitalício", diz Alckmin sobre vagas no STF O Grande Debate: Desaprovação de Lula é irreversível?

    Eleição presidencial será definida pela rejeição, diz especialista Rejeição como fator decisivo Bortoletto destacou a importância de distinguir intenção de voto de rejeição ao analisar o cenário eleitoral. “A intenção de voto é mais importante para o primeiro turno e a rejeição é mais importante para o segundo turno”, afirmou. Para ele, o volume de informações que circula diariamente torna imprevisível quem terminará o primeiro turno à frente, já que os dois candidatos estão dentro da margem de erro.

    O empresário argumentou que o fato de Lula ocupar a presidência o torna mais vulnerável ao desgaste. “Tudo aquilo que de negativo vem a acontecer na nação tem como tendência a cair no colo de quem está com a caneta”, disse. Ele citou o cenário de segurança pública, a questão da administração econômica do país e o que chamou de insegurança jurídica como fatores que poderiam aumentar a rejeição ao atual mandatário.

    Por isso, na avaliação de Bortoletto, Flávio Bolsonaro teria, neste momento, uma tendência a estar mais bem posicionado para o segundo turno. Cardoso aponta dificuldades para os dois lados Já Cardoso defendeu que a análise precisa ir além das preferências pessoais e ser pautada pela racionalidade. “Nós temos que separar a racionalidade da nossa paixão, do nosso desejo”, declarou.

    Ele concordou que quem está no governo sofre consequências, mas ponderou que Flávio Bolsonaro também enfrenta problemas relevantes, citando investigações e novos fatos que surgem com frequência envolvendo o candidato. Cardoso mencionou que Flávio Bolsonaro estaria “atolado num conjunto de confusões” e que novos fatos continuam aparecendo, contrariando declarações do próprio candidato de que tudo estaria esclarecido. O comentarista também ressaltou que não pretende culpar nenhuma das partes envolvidas antes de uma apuração adequada, e que o discurso adotado por Flávio não seria sustentável até o final do segundo turno.

    “A eleição está empatada e ninguém sabe o que vai acontecer”, concluiu. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas.

    O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN . Clique aqui para saber mais . ]]>

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