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    Poder360·19 de set., 15:13

    OpenAI diz que Brasil é teste global para IA nas eleições

    O Brasil será o grande teste para o uso de inteligência artificial em eleições no mundo, afirmou Bruno Lewicki, chefe de Políticas Públicas da OpenAI na América Latina. 2026). “O Brasil está sendo um grande case de eleições.

    Em 2026, temos um momento de virada por causa da disseminação que a IA tem no mundo hoje. Vai ter uma série de eleições no ano que vem, na França, por exemplo, e muito do que está sendo testado no Brasil será um aprendizado muito importante” , afirmou. Lewicki disse que a OpenAI se preparou para o processo eleitoral brasileiro e que parte das normas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é nova.

    Segundo ele, ainda não há decisões da Corte que indiquem como algumas dessas regras serão aplicadas. “É uma eleição muito importante para a gente, porque é a 1ª vez que a gente vai ter uma eleição no Brasil com uma regulação específica para inteligência artificial ”, disse. Uma das regras citadas pelo executivo impede sistemas de IA de ranquear, recomendar, sugerir, favorecer ou desfavorecer candidatos ou partidos .

    “A gente tem trabalhado muito para garantir que o nosso modelo não faça isso. Então, se você perguntar para o ChatGPT quem é o melhor candidato, ele não vai te responder. Hoje, quando a gente faz esse teste, em 32 das 33 vezes o modelo se recusou a fazer esse ranking ou recomendação.

    Isso mostra que o modelo está muito mais preparado hoje do que estava há alguns meses” , afirmou. A OpenAI também adotou mecanismos para identificar conteúdos produzidos pelo ChatGPT. Arquivos feitos pela ferramenta recebem uma etiqueta digital com metadados sobre a origem e uma marca d’água invisível.

    “Todo conteúdo gerado pelo ChatGPT tem uma marca d’água invisível e metadados que permitem identificar que aquele conteúdo foi gerado por inteligência artificial”, disse. Sobre a regra que restringe a publicação, republicação e o impulsionamento de conteúdos produzidos com IA nas 72 horas anteriores e nas 24 horas posteriores à eleição, o executivo disse que a norma trata da disseminação, e não da criação do material. “A norma do TSE não fala em geração de imagens ou conteúdo sintético.

    A norma veda a publicação, a republicação e o impulsionamento desses conteúdos” , afirmou o executivo. ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

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