PIB da Argentina recua 0,6% no 2º tri de 2026, mas sobe 2,2% no ano
O Produto Interno Bruto da Argentina teve retração de 0,6% no 2º trimestre de 2026 em relação ao 1º trimestre, na série com ajuste sazonal. Na comparação interanual, com o mesmo período de 2025, a economia argentina cresceu 2,0%. 2026) pelo Indec (Instituto Nacional de Estadística y Censos), entidade oficial de estatística da Argentina.
Eis a íntegra (PDF – 1 MB). No acumulado do 1º semestre de 2026, ante o mesmo período de 2025, a atividade econômica argentina avançou 2,2%. Na comparação trimestral, a série tendência-ciclo –que elimina oscilações pontuais para mostrar o comportamento mais persistente da atividade– cresceu 0,8%, indicando que a economia manteve trajetória de expansão, embora em ritmo mais moderado que o crescimento acumulado no semestre.
PRINCIPAIS NÚMEROS PIB dessazonalizado (vs. 1º tri de 2026): -0,6%; PIB interanual (vs. 2º tri de 2025): +2,0%; exportações : +13,7% na comparação anual e +2,5% ante o trimestre anterior; importações : -8,6% na comparação anual e -3,5% ante o trimestre anterior; consumo privado : +0,4% na comparação anual e -2,4% ante o trimestre anterior; consumo público : -4,1% na comparação anual e -2,3% ante o trimestre anterior; Formação Bruta de Capital Fixo : -11,1% na comparação anual e -0,8% ante o trimestre anterior.
O comércio exterior foi o principal mote da economia argentina no trimestre. As exportações reais de bens e serviços subiram 13,7% na comparação interanual e 2,5% na série dessazonalizada, segundo o Indec. PESCA, MINERAÇÃO E AGRO LIDERAM O avanço de 2,0% no valor agregado bruto a preços básicos teve como principais motores as atividades extrativas e primárias.
a. a. ); eletricidade, gás e água : +5,0% na comparação interanual; intermediação financeira : +4,8% na comparação interanual; hotéis e restaurantes e transporte e comunicações : +1,6% na comparação interanual cada; construção : +0,2% na comparação interanual; comércio atacadista e varejista : estabilidade (0,0%).
); serviços comunitários, sociais e pessoais : -0,9% na comparação interanual. QUEDA DE INVESTIMENTO A retração de 11,1% da Formação Bruta de Capital Fixo na comparação anual expõe, segundo o levantamento do Indec, a menor aquisição de bens de capital e de veículos. Eis os dados: equipamentos de transporte : -22,1% na comparação interanual (nacional: -20,4%; importado: -24,9%); máquinas e equipamentos : -15,2% na comparação interanual (nacional: -15,5%; importado: -15,0%); outras construções : -8,2% na comparação interanual; construção tradicional : -0,1% na comparação interanual.
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Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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