“Por mim, tudo bem”, diz Trump sobre Flávio Bolsonaro nos EUA
2026) que “aprovaria” a ida do senador e candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao seu país. “Bem, eu aprovaria. Acho que eles são boas pessoas.
A eleição foi muito estranha, e achei que foi terrível. Teve avaliações ruins. Veja o que aconteceu com o mercado deles.
Se eu aprovaria ou não aprovaria? Acho que por mim, tudo bem” , declarou o republicano a jornalistas. Trump disse não ter “escolhido lados” na eleição brasileira e mencionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Eu não escolhi lados. Eu conheço os 2. Eu conheço Lula, conheço o Flávio um pouco.
Conheço o pai dele [o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)] muito bem. O pai dele foi muito maltratado. Mas eu não estava envolvido [nas eleições brasileiras] .
Isso é o Brasil. É um país diferente” , declarou o republicano. Trump afirmou já ter apoiado candidatos à Presidência de vários países, citando a Colômbia e a Argentina, mas que preferiu “ ficar de fora” do pleito no Brasil.
O republicano ainda disse: “ O resultado final está bom, mas a forma como chegaram a ele foi terrível” . ” @POTUS: “I would approve. I think they’re fine people.
out), o Departamento de Estado dos EUA informou que concederá vistos a Flávio Bolsonaro e à sua família, permitindo a entrada deles no país. out), a Direção Nacional de Migrações da Argentina declarou que Flávio, sua mulher e suas duas filhas entraram na Argentina pela Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones. A.
com destino à cidade de Guayaquil, no Equador. ENTENDA A saída de Flávio do Brasil se dá 2 dias depois de sua derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 2º turno das eleições presidenciais. Depois do pleito, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a retenção dos passaportes comum e diplomático de Flávio e proibiu o senador de deixar o território brasileiro.
A decisão foi tomada no contexto de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. O senador não entregou os documentos à Polícia Federal e teve os passaportes cancelados. A corporação apura as informações sobre sua saída do país.
O coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse a jornalistas que a direção do partido não foi informada sobre uma eventual viagem. out), na qual o aliado disse que iria “dar um tempo” . Leia mais: Leia a cronologia dos fatos que levaram Flávio a deixar o Brasil Trump volta a falar em fraude nas eleições brasileiras ]]>
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