Por que o seguro nega sinistro? Loovi mostra os principais motivos
O seguro automotivo nega um sinistro quando o evento não está coberto pelo contrato, quando se enquadra em um risco excluído, quando o segurado descumpre uma regra de utilização prevista na apólice, como comunicar o roubo e registrar o boletim de ocorrência no prazo, ou quando informações dadas na contratação não correspondem à realidade. Atraso na mensalidade, condutor sem habilitação válida e tentativa de fraude também levam à recusa. Na maioria dos casos, a resposta já está escrita na apólice e nas condições gerais antes de qualquer ocorrência.
Por isso, conhecer essas cláusulas com antecedência é a forma mais eficaz de evitar surpresas. E, quando a negativa acontece, a lei exige que ela seja justificada e permite que o segurado conteste. , seguradora autorizada pela SUSEP.
É a LTI quem analisa o sinistro e decide sobre a indenização, com base nas condições gerais da apólice e nas regras de utilização do contrato. Leia Mais O que devo saber antes de contratar um seguro automotivo? Franquia, LMI e riscos excluídos: Loovi mostra como isso afeta o seu bolso Empresa de seguro confiável: o que verificar, segundo a Loovi A seguradora pode negar um sinistro?
Pode, mas não de qualquer forma. A seguradora só é obrigada a indenizar o que foi contratado e dentro das condições previstas. 040/2024 , conhecida como nova Lei de Seguros, reforça que a recusa da indenização deve ser motivada e comunicada formalmente ao segurado Há prazo para responder: segundo a SUSEP, a seguradora tem até 30 dias para analisar o caso, contados da entrega dos documentos essenciais.
Se não se manifestar no prazo, especialistas apontam que ela perde o direito de recusar a cobertura As cláusulas que limitam direitos precisam estar em destaque: o Código de Defesa do Consumidor (art. 54, § 4º) determina que cláusulas que restringem direitos sejam redigidas de forma clara e destacada, para fácil compreensão A interpretação favorece o consumidor: em caso de dúvida sobre o sentido de uma cláusula, o CDC (art. 47) manda interpretá-la da forma mais favorável ao segurado Na prática, uma negativa válida aponta qual cláusula foi aplicada e por quê.
Uma resposta genérica, sem indicar o motivo contratual, já é um sinal de que vale questionar. Quais são os principais motivos de negativa de sinistro? Os motivos variam de contrato para contrato, mas se repetem em quase todo o mercado.
A seguir, os mais comuns, com exemplos de como eles aparecem nas regras de utilização da Loovi. 1. A cobertura acionada não foi contratada É o motivo mais simples e um dos mais frequentes.
O seguro só cobre o que está na apólice. Quem contratou um plano sem proteção para vidros, por exemplo, não terá a troca do para-brisa paga pelo seguro. Na Loovi, a escolha de nível de proteção é feita entre três planos: Básico: roubo, furto, colisão, danos a terceiros até R$ 100 mil e assistência 24h Completo: inclui também carro reserva Completo + Vidros: acrescenta proteção para vidros e faróis As regras de utilização listam expressamente como excluído o “sinistro reclamado cuja garantia não foi contratada”.
2. O evento está entre os riscos excluídos Toda apólice tem uma lista de situações que não são indenizadas, mesmo que o carro seja danificado ou levado. Nas regras de utilização da Loovi, que reproduzem as condições gerais do seguro, algumas das exclusões comuns a todas as coberturas são: Atos intencionais: danos provocados de propósito pelo segurado, por familiares ou por pessoas que dependam dele Direção sem habilitação válida: quando o carro é conduzido por quem não tem carteira para a categoria do veículo Álcool e substâncias: atos praticados sob efeito de bebida ou substâncias tóxicas, e a recusa do condutor em fazer o teste do bafômetro quando exigido pela autoridade Competições e apostas: perdas durante rachas, provas de velocidade ou competições Vias impróprias: trânsito por estradas não abertas ao tráfego, areias fofas, praias e regiões ribeirinhas Desgaste e defeitos: falhas mecânicas, elétricas ou de material, e depreciação pelo uso Golpes: estelionato, extorsão e furto mediante fraude, como a entrega do carro a um falso comprador Carro em negociação: sinistros ocorridos enquanto o veículo está com terceiros para venda Excesso de carga ou passageiros: acidentes causados por desrespeito à lotação, ao peso ou ao acondicionamento da carga Instalações fora do padrão: incêndio por sobrecarga elétrica causada por equipamento instalado fora das especificações do fabricante Danos só na pintura e prejuízos financeiros , como lucros cessantes pelo tempo em que o carro fica parado Também ficam de fora o roubo ou furto parcial, ou seja, o furto de peças, rodas ou acessórios sem que o carro seja levado, e equipamentos como som, multimídia e rodas que não sejam originais de fábrica, salvo quando incluídos no valor segurado e comprovados.
3. As regras de utilização não foram cumpridas Além das exclusões, o contrato define o que o segurado precisa fazer para usar cada cobertura. Deixar de seguir esses passos pode levar à recusa, mesmo quando o evento seria coberto.
Nas regras de utilização da Loovi, por exemplo: Em roubo ou furto: comunicar imediatamente a Central de Atendimento e a polícia, pelo 190, e registrar o boletim de ocorrência Em colisão: concluir o procedimento no aplicativo, com fotos e documentos validados Conserto por conta própria: o reembolso de reparo feito sem conhecimento e autorização prévia não é coberto Boletim de ocorrência alterado: qualquer alteração no BO é motivo de exclusão Danos a terceiros: a cobertura exige CNH e licenciamento em dia na data do evento e a responsabilidade do segurado pelo acidente caracterizada 4. A mensalidade estava em atraso A cobertura depende de o pagamento estar em dia na data da ocorrência. Pelas regras de utilização da Loovi, em caso de inadimplência, a cobertura é reativada 48 horas após o pagamento.
Um sinistro que aconteça nesse intervalo pode não ser coberto. 5. As informações da contratação não correspondem à realidade O preço e a aceitação do seguro dependem do que o cliente informa.
Declarações incorretas ou omissões de má-fé que possam influir na aceitação, no preço ou na análise do sinistro levam à perda do direito à indenização. Alguns exemplos: Declarar uso particular para um carro que roda como táxi ou em aplicativo Omitir que o carro é de leilão, modificado ou blindado Informar um endereço de pernoite diferente do real, quando isso for perguntado Esconder danos preexistentes na vistoria Na Loovi, o preço parte do valor do carro na Tabela FIPE, sem análise do perfil de quem dirige, e motoristas de aplicativo e táxis não pagam adicional pelo uso comercial. Ou seja, declarar o uso real não encarece o plano.
6. Houve agravamento intencional do risco ou tentativa de fraude O contrato prevê a perda do direito à indenização, com rescisão do seguro, quando o segurado agrava o risco de propósito, tenta obter vantagem ilícita ou descumpre as obrigações do contrato. Simular um roubo, aumentar o dano ou incluir danos antigos em um sinistro novo são exemplos clássicos.
A indenização menor do que o esperado é uma negativa? Não. Muitos segurados confundem negativa com uma indenização reduzida, mas são situações diferentes.
A seguradora pode reconhecer o sinistro e pagar um valor abaixo do que o cliente imaginava por motivos previstos em contrato: Franquia: em perdas parciais, o segurado paga uma parte do conserto. 500, e não é cobrada em perda total nem em roubo sem recuperação Percentual da fipe: em perda total ou roubo sem recuperação, a indenização na loovi é de 100% da fipe para carros comuns e motoristas de aplicativo, e de 70% da fipe para carros de leilão, modificados ou blindados Limite máximo de indenização (lmi): cada cobertura tem um teto. Na cobertura de danos a terceiros da loovi, o limite é de R$ 100 mil Limites da assistência: guincho, por exemplo, tem número de acionamentos e quilometragem máxima.
Na Loovi, são 4 reboques por ano, com até 400 km por acionamento Conhecer esses números antes evita a sensação de que o seguro “não pagou”, quando na verdade pagou o que estava contratado. O que conferir na apólice antes de precisar do seguro? A apólice, ou o certificado, mostra o que foi contratado.
As condições gerais e as regras de utilização mostram como cada cobertura funciona. Vale separar alguns minutos para conferir: Coberturas contratadas: quais estão na apólice e quais ficaram de fora Riscos excluídos: a lista geral e as exclusões específicas de cada cobertura Regras de utilização: o que fazer em caso de roubo, colisão ou dano a terceiros, e em quanto tempo Franquia: o percentual e o valor mínimo em reais Percentual da fipe: se a indenização integral é de 100% ou de 70% da tabela; Limites: o LMI de cada cobertura e os limites da assistência 24h Dados declarados: uso do veículo, condutor, endereço e características do carro Acessórios: se equipamentos instalados estão incluídos no valor segurado Situação do pagamento: se as mensalidades estão em dia Na Loovi, as Regras de Utilização ficam disponíveis publicamente, e a apólice pode ser consultada no aplicativo. Para uma lista completa do que o contrato precisa informar, veja o que um contrato de seguro precisa informar antes de assinar .
Como evitar uma negativa no dia a dia? A maior parte das negativas pode ser evitada com hábitos simples: Mantenha CNH e licenciamento em dia: documentos vencidos podem afetar coberturas como a de terceiros Não empreste o carro a quem não é habilitado: a direção sem carteira válida é risco excluído Não dirija após beber: além do risco, é causa de perda da cobertura Comunique a ocorrência na hora: em roubo ou furto, ligue para a central e para o 190 e faça o BO Não conserte antes da autorização: espere a análise para levar o carro à oficina Fotografe tudo: o local, os danos e os documentos dos envolvidos Atualize os dados: se o uso do carro mudar, por exemplo para trabalho em aplicativo, informe Cuidado na venda: golpes com falsos compradores não são cobertos. Prefira negociar em locais seguros e sem entregar o carro antes do pagamento confirmado O que fazer se o sinistro for negado?
Receber uma negativa não encerra o assunto. br , procon, susep e, em último caso, o juizado especial Cível Como funciona a análise do sinistro na Loovi? O cliente Loovi abre o sinistro pelo aplicativo , onde envia fotos, orçamento e documentos e acompanha o andamento.
O atendimento também está disponível pelo WhatsApp e pelo telefone 4000-1762, com canal de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. , seguradora autorizada pela SUSEP, com base na apólice, nas condições gerais e nas regras de utilização. Os prazos seguem a regulação: até 30 dias para a análise e até 30 dias para o pagamento, depois de reconhecida a cobertura.
O seguro auto nega um sinistro principalmente quando a cobertura não foi contratada, quando o evento é um risco excluído, quando as regras de utilização não foram seguidas, quando a mensalidade está em atraso ou quando as informações da contratação não corresp
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