Por que Tupy (TUPY3) chegou a subir mais de 3% nesta terça-feira (29)?
Na manhã desta terça-feira (29), a ação da Tupy ( TUPY3 ) figura entre as maiores altas do mercado, subindo mais de 3%. As ações não fazem parte do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira. MediumWidget( { "customer": "moneytimescombr", "symbols": [ [ "TUPY3", "TUPY3" ] ], "chartOnly": false, "width": "100%", "height": "300", "locale": "br", "colorTheme": "light", "autosize": false, "showVolume": false, "hideDateRanges": false, "hideMarketStatus": false, "hideSymbolLogo": false, "scalePosition": "right", "scaleMode": "Normal", "fontFamily": "-apple-system, BlinkMacSystemFont, Trebuchet MS, Roboto, Ubuntu, sans-serif", "fontSize": "10", "noTimeScale": false, "valuesTracking": "1", "changeMode": "price-and-percent", "chartType": "line", "container_id": "0693675" } ); Na véspera, a empresa anunciou mudanças no alto escalão, com o presidente do conselho de administração, Jaime Luiz Kalsing, deixando o cargo.
Em fato relevante, a Tupy não justificou a saída, afirmando motivos de foro íntimo. Quem assume a posição será Gueitiro Matsuo Genso, atual diretor vice-presidente de estratégia, novos negócios, inovação e M&A da empresa. Além disso, nesta terça-feira (29), o Itaú BBA avaliou o desempenho da empresa como “acima do mercado” e elevou a recomendação de TUPY3 de neutra para compra.
Na visão dos analistas, a relação risco-retorno segue atrativa. Para o banco, a perspectiva é de que o segundo semestre da Tupy seja sustentado por uma recuperação de demanda, que deve beneficiar o crescimento da receita e da rentabilidade. O relatório reforça que o fortalecimento da estrutura de governança, com equipe mais profissionalizada, pode aumentar a resiliência e reduzir a ciclicidade dos resultados.
A projeção de crescimento para Tupy é de 7% até 2027, com margem Ebitda de 10,4%, abaixo dos níveis históricos normalizados. O banco vê espaço para ganhos adicionais de rentabilidade com as iniciativas de eficiência da companhia. Para o terceiro trimestre de 2026, a expectativa é de receita de R$ 2,6 bilhões e margem Ebitda de 9,4%.
Entre os riscos para a tese, o Itaú BBA destaca uma recuperação da rentabilidade mais lenta do que o esperado, que poderia levar a revisões negativas nas estimativas. Uma valorização mais forte do real também poderia pressionar os resultados e reduzir a competitividade da companhia. O preço-alvo do BBA foi estabelecido em R$ 20 , com potencial de valorização de cerca de 25% comparado ao preço de R$ 15,99 considerado pelo banco.
* Com supervisão de Maria Carolina Abe ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
Leia a matéria completa em Money Times →