Projeto que prevê campanhas sobre parentalidade positiva segue para sanção
O Senado aprovou nesta terça-feira (3) um projeto de lei que inclui cursos, palestras e campanhas sobre a parentalidade positiva entre os deveres do Estado, da família e da sociedade. O projeto (PL 186/2025) determina que essas ações de conscientização devem ser baseadas em evidências científicas. O texto segue para a sanção da Presidência da República.
826, de 2024, "considera-se parentalidade positiva o processo desenvolvido pelas famílias na educação das crianças na condição de sujeitos de direitos no desenvolvimento de um relacionamento fundamentado no respeito, no acolhimento e na não violência". Essa lei instituiu a parentalidade positiva e o direito ao brincar como estratégias intersetoriais de prevenção à violência contra crianças. O projeto A autora da proposta é a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ).
No Senado, o texto foi analisado na Comissão de Direitos Humanos (CDH), onde recebeu parecer favorável em maio, e na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde recebeu parecer favorável em setembro. A relatora da matéria em ambas as comissões foi a senadora Damares Alves (Republicanos-DF). 826, de 2024.
A legislação atual já estabelece o dever do Estado, da família e da sociedade de promover a parentalidade positiva. O que a proposta faz é incluir explicitamente na lei "cursos, campanhas e palestras embasados em evidências científicas".
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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