PT quer “blindar” ato de Lula contra problemas com a polícia e vandalismo
2026). O advogado Marco Aurélio de Carvalho declarou que o partido não vai permitir “que mentiras sejam propagadas” a respeito das manifestações. Também participaram da conversa com jornalistas o deputado federal Kiko Celeguim (PT-SP) e o advogado Michel Bertoni.
Os representantes do partido falaram sobre a organização do ato, a atuação das forças de segurança e a proteção das estações do Metrô de São Paulo. O PT afirmou que enviou um ofício à Polícia Militar para solicitar a identificação dos policiais envolvidos na atuação relacionada ao ato. 2026).
Em relação ao Metrô, o partido disse que a empresa solicitou a instalação de tapumes nas entradas das estações Trianon-Masp e Consolação. out), mas, à 1h, a empresa contratada informou que o Metrô havia começado a desmontar as estruturas. De acordo com os representantes do partido, o Metrô também conversou com eles e afirmou que ficaria responsável pela instalação das proteções nas estações.
O Poder360 visitou as estações e viu grades ao redor das entradas. 2026 Na imagem, as estações Trianon-Masp e Consolação, por volta das 10h40 O PT também informou que advogados estarão distribuídos pela manifestação para esclarecer dúvidas dos participantes e dialogar com as forças de segurança. Serão 2 grupos de advogados: um ligado ao Prerrogativas e outro ao Sindicato dos Advogados do Estado de São Paulo .
Assista (): O ato não terá deslocamento dos manifestantes. O plano é que apenas o carro de Lula percorra a avenida Paulista, com saída na altura da alameda Campinas e encerramento nas proximidades da rua Haddock Lobo, perto da Consolação. Segundo os organizadores, o formato busca evitar a dispersão pelas ruas adjacentes, reduzir os impactos no trânsito e prevenir possíveis confusões.
O PT afirmou que espera encontrar a av. Paulista cheia, com todos os quarteirões ocupados. No ato petista anterior, em 11 de outubro, foram ocupados 7 quarteirões .
O Poder360 procurou o Metrô de São Paulo por e-mail para perguntar sobre a instalação de tapumes nas entradas das estações Trianon-Masp e Consolação. A reportagem também questionou a Polícia Militar sobre o ofício enviado pelo PT para solicitar a identificação dos policiais envolvidos na atuação relacionada ao ato. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.
O texto será atualizado caso as instituições se manifestem. ATOS EM SÃO PAULO Em 3 de outubro de 2026, um dia antes do 1º turno, Lula participou de uma caminhada da av. Paulista até a praça Roosevelt, pela rua Augusta.
Antes do início do deslocamento, houve um atrito entre organizadores e policiais militares, que se aproximaram dos trios elétricos e pressionaram para que começassem a se deslocar. Um policial também abriu a porta do motorista do trio em que estava a imprensa. A PM afirmou que buscava orientar os participantes e preservar a fluidez do trânsito.
Em 11 de outubro, depois do 1º turno, Lula participou de outro ato na avenida Paulista, em apoio à sua candidatura no 2º turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). No dia seguinte, funcionários do Metrô trabalhavam para remover pichações dos acessos às estações Trianon-Masp, Brigadeiro e Consolação. Na ocasião, também circularam nas redes sociais imagens falsas associadas ao ato.
Um vídeo de uma jovem usando drogas, relacionado à manifestação pró-Lula, já circulava na Espanha dias antes do evento e não havia sido gravado durante a manifestação em São Paulo. ]]>
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