Rio de Janeiro registra 211 casos de Mpox em 2026
2026), segundo dados do Cievs-RJ (Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde). São 77% mais casos do que em todo o ano de 2025, quando 119 foram confirmados. A SES-RJ (Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro) declarou em nota que acompanha a evolução do cenário de perto.
Outros 119 casos suspeitos da doença ainda estão em investigação. Nos últimos 2 meses, a capital fluminense confirmou 74 infecções, segundo dados do Observatório Epidemiológico do município do Rio. No mesmo período de 2025, 10 casos haviam sido registrados.
out), o deputado federal Daniel Soranz (PSD-RJ), ex-secretário municipal de Saúde do Rio e presidente da Frente Parlamentar da Vacina no Congresso Nacional, usou seu perfil no X para pedir a ampliação da vacinação contra a Mpox. “Já vivemos momentos piores, então não é motivo para pânico. Mas precisamos ficar em alerta e atentos ao diagnóstico precoce” , declarou.
ENTENDA A Mpox é causada pelo vírus monkeypox e transmitida principalmente por meio do contato direto e prolongado com as lesões de pele de uma pessoa infectada. A transmissão também se dá por gotículas respiratórias em conversas próximas e pelo contato com fluidos corporais. O contato com objetos e superfícies contaminadas, como roupas de cama e toalhas, representa outra forma de contágio.
As autoridades de saúde informam que os primeiros sintomas aparecem de 3 a 21 dias depois da exposição ao vírus. Os sinais iniciais mais comuns são: febre; dor de cabeça intensa; dores musculares e nas costas; gânglios linfáticos inchados; calafrios e cansaço extremo. Depois de alguns dias do início da febre, surgem lesões na pele.
Elas começam como manchas que evoluem para bolhas. Posteriormente, as bolhas formam crostas antes de cicatrizar. Outros sintomas incluem fraqueza.
A prevenção da Mpox envolve principalmente evitar o contato com pessoas que apresentem sinais e sintomas suspeitos da doença, especialmente lesões na pele ou nas mucosas. Eis as principais recomendações da SES-RJ: evitar contato físico direto com lesões na pele ou nas mucosas de pessoas com suspeita ou confirmação da doença; evitar contato íntimo e relações sexuais na presença de sinais ou sintomas suspeitos, até avaliação por um profissional de saúde; não compartilhar objetos pessoais, como toalhas, roupas de cama e vestimentas, que possam estar contaminados; procurar atendimento em uma unidade de saúde diante do aparecimento de lesões suspeitas, especialmente nas regiões genital, anal, oral ou em outras partes do corpo, acompanhadas ou não de febre e aumento dos linfonodos; em caso de suspeita ou confirmação, seguir as orientações de isolamento e acompanhamento dos serviços de saúde, evitando contato físico próximo até a completa cicatrização das lesões e a formação de uma nova camada de pele; buscar informações sobre a vacinação contra a Mpox, disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde para grupos específicos, conforme as recomendações vigentes do Ministério da Saúde. ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
Leia a matéria completa em Poder360 →