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    Money Times·04 de nov., 18:54

    Rogério Marinho (PL) confirma candidatura para presidência do Senado, mas nega ‘rodízio’ com Tereza Cristina (PP)

    O senador Rogério Marinho (PL-RN) confirmou nesta quarta-feira (4) que será candidato à presidência do Senado , mas negou haver um acordo com Tereza Cristina (PP-MS), que também deverá concorrer pela centro-direita. Segundo ele, os dois colocarão seus nomes e decidirão no futuro sobre quem permanecerá na disputa. “Tereza tem toda a legitimidade de ser candidata.

    Ela certamente vai tentar viabilizar a sua candidatura. No momento oportuno, pelo nosso acerto, vamos convergir, até porque estamos no mesmo lado, defendemos as mesmas bandeiras. Tereza é nossa parceira”, declarou, após reunião com senadores do PL, em Brasília.

    Mais cedo, durante a reunião, Marinho afirmou acreditar ter, ao menos, 40 votos. Para eleição em primeiro turno, é necessário o mínimo de 41. “Estamos dentro de um partido que tem um número expressivo de senadores.

    Temos outros partidos que nos apoiam, o Novo que veio na sua integralidade, vieram integrantes do PP, do Republicanos”, disse. Há possibilidade de rodízio? O senador evitou cravar se poderia haver um “rodízio” com Tereza, em que um concorreria em 2027 e outro, em 2029.

    “Não vou especular sobre isso”, falou. Marinho afirmou que o PL ainda avaliará se apoiará a votação aberta na eleição para o comando do Senado. Atualmente, o voto é secreto.

    Segundo ele, porém, a abertura dos votos é “recomendável”. A mudança seria uma forma de o PL constranger senadores que foram eleitos na onda bolsonarista , mas que poderiam votar pela reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP). O senador afirmou ainda acreditar que a Casa não votará nesta quarta-feira um projeto sobre redução penal.

    Ele é autor de uma emenda para diminuir para 16 anos como regra geral e para 14 anos no caso de crimes graves. Os projetos de Rogério Marinho Marinho defendeu a votação de uma anistia para os condenados pelos atos de 8 de Janeiro, mas disse que precisa “tramitar como qualquer outro projeto”. Ele voltou a defender impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), caso sejam constatadas irregularidades.

    “Não seremos candidatos com um tema de impeachment de quem quer que seja, mas de respeito à Constituição. Mas nós não seremos omissos, porque ninguém está acima da lei”, disse. ]]>

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