Seguidores de Ed Sheeran nas redes sociais despencam após polêmicas
Uma das consequências sentidas pelo cantor Ed Sheeran, 35, após se envolver em polêmicas com o rapper Macklemore, 43, e outros artistas que abririam seu show na turnê em andamento, foi em seus seguidores nas redes sociais . De acordo com a plataforma Social Blade, desde que o Macklemore foi demitido pela equipe do britânico, na última segunda-feira (14), Sheeran perdeu mais de 300 mil seguidores no Instagram. No dia anterior à confusão, seu saldo havia sido positivo, com a chegada de mais de duas mil pessoas em sua conta de 47 milhões.
Leia mais Após polêmica, Ed Sheeran reforça segurança e preços de show despencam Todos os atos de abertura abandonaram a turnê de Ed Sheeran; entenda o caso Ed Sheeran se posiciona sobre saída da Macklemore da turnê: "Sei quem sou" • Social Blade As consequências não se limitaram às redes sociais. Os preços dos ingressos da turnê do britânico também despencaram. Segundo informações do TMZ, desde o começo da semana até o momento, o valor das entradas para a apresentação de Sheeran na Filadélfia, marcada para sábado (19), caiu 24%, partindo de US$ 126 (R$ 649) para US$ 96 (R$ 494).
Além da diminuição do valor das entradas, Sheeran pediu um reforço da proteção policial nos arredores do local no qual performará neste final de semana. O aumento da segurança ocorreu após o anúncio de que um grupo de manifestantes pró-Palestina se reunirá na frente do estádio Lincoln Financial Field em apoio à saída de Macklemore e das outras atrações que também deixaram a turnê. Entenda o caso Na segunda-feira, Macklemore publicou um longo texto explicando os bastidores da sua saída da turnê de Ed Sheeran.
Reforçando seu compromisso com pautas humanitárias, o compositor abriu a publicação destacando que nenhuma das pessoas envolvidas “são vítimas” e que o público não deveria “deixar de continuar olhando para o povo palestino, que são as verdadeiras vítimas”. Logo em seguida, o rapper relembrou o discurso que ele e Pink fizeram no palco no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no último dia 4, pedindo “paz em Gaza e na Cisjordânia”. Ele afirmou que Robert Kraft , um dos grandes empresários da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) e dono do New England Patriots, teria tido influência em sua exclusão da tour.
Ao longo do texto, o norte-americano criticou a posição “apolítica de Ed e de muitos outros envolvidos”, mas afirmou entender que “escolher um lado custa dinheiro, parceiros, investidores, festivais, relações e acesso”. Na terça-feira (15), Sheeran se pronunciou sobre o caso, afirmando que a decisão de demitir o rapper do show de abertura não partiu dele. “Passei toda a semana conversando longamente com os locais na tentativa de construir uma ponte.
Uma dessas pessoas foi Robert Kraft. Também participei de conversas diretas com produtores, além de ativistas de ambos os lados, na tentativa de encontrar uma solução que atendesse a todos, mas a decisão dos locais e do produtor foi final”, disse. Com a reação de Macklemore, os outros músicos que fariam os atos de abertura da turnê do britânico abandonaram a participação.
Finneas, Aaron Rowe, Lukas Graham e a banda Beoga se pronunciaram, dizendo que defendem pautas sociais acima da amizade com Ed. Ed Sheeran construiu o próprio túmulo no quintal *Com informações de Luiza Zequim, da CNN Brasil ]]>
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