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    Poder360·24 de set., 02:55

    TC-DF bloqueia R$ 2,7 bi em bens de ex-dirigentes do BRB

    O Tribunal de Contas do Distrito Federal bloqueou até R$ 2,7 bilhões em bens de ex-integrantes da alta administração do BRB (Banco de Brasília), incluindo o ex-presidente Paulo Henrique Costa e outras 4 ex-dirigentes. 2026). Segundo o TC-DF, a medida tem por objetivo resguardar eventual ressarcimento aos cofres públicos diante de indícios apontados em apurações relacionadas a operações conduzidas pelo banco.

    Os ex-dirigentes têm 30 dias para se manifestar sobre o bloqueio. A decisão ocorre no âmbito das investigações das negociações entre o Banco Master e o BRB. De acordo com o Metrópoles, estes são os dirigentes e os cargos que ocupavam: Dario Oswaldo Garcia Júnior , ex-diretor de Finanças e da Controladoria do BRB; Robério Cesar Bonfim Mangueira , ex-superintendente de Operações Financeiras do BRB; Wily da Silva Leão, ex-integrante da Superintendência de Operações Financeiras do BRB; Marcelo Talarico , ex-presidente do Conselho de Administração do BRB.

    O Tribunal também determinou a conversão do processo em TCE (Tomada de Contas Especial), instrumento voltado à apuração de responsabilidades e de possíveis danos ao patrimônio público. O bloqueio cautelar de bens tem prazo de 1 ano. A Corte ordenou a instrução prioritária do processo, com o objetivo de avaliar a eventual extensão do bloqueio a outros agentes envolvidos, caso novas evidências confirmem os indícios já apontados.

    Foi determinado ainda que o BRB encaminhe, em até 24 horas, relatório de auditoria independente realizada na instituição. Nelson Antônio de Souza , atual diretor-presidente do banco, também foi convocado para audiência e terá 30 dias para apresentar justificativas sobre o descumprimento de determinação anterior do TC-DF relacionada ao envio de informações. O BRB tem 15 dias para apresentar esclarecimentos e documentação sobre os fatos tratados na representação feita pelo Ministério Público de Contas do Distrito Federal.

    set) e reforçou que a “atual gestão atua de forma diligente na defesa dos interesses da instituição e na recuperação de bens e direitos que entende serem devidos ao banco” . Afirmou ainda que “a medida fortalece o trabalho já em curso de proteção e recuperação do patrimônio público do Distrito Federal” e que “o banco segue adotando todas as providências cabíveis, em estrita observância à legislação e às determinações judiciais, sempre com responsabilidade, transparência e compromisso com a solidez e a perenidade da instituição” . O Poder360 procurou a defesa de Paulo Henrique Costa para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito do bloqueio.

    Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital. Não foi possível encontrar um telefone ou e-mail válido para informar Dario Oswaldo, Robério Cesar, Wily da Silva e Marcelo Talarico sobre o conteúdo desta reportagem.

    Este jornal digital seguirá tentando fazer contato e este texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital. ]]>

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