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    Tesouro: variação do PIB real é maior risco para receitas do governo
    CNN Brasil·03 de nov., 16:50

    Tesouro: variação do PIB real é maior risco para receitas do governo

    O Tesouro Nacional informou que a variação do PIB (Produto Interno Bruto) real é o maior fator de risco para as receitas da União. Os dados são do relatório de riscos fiscais da União, divulgado nesta terça-feira (3). O documento classifica os riscos em macroeconômicos, relacionados a mudanças cíclicas ou estruturais na economia que afetam as receitas e despesas do governo, e específicos, relacionados a eventos incertos de diversas naturezas e origens, como programas governamentais, passivos contingentes e o balanço patrimonial do setor público.

    Anthropic adota estrutura inédita para proteger sua missão de IA Aumento do custo de vida é a principal preocupação dos eleitores americanos ADM supera estimativa de lucro trimestral e eleva previsão de ganho anual No caso dos riscos macroeconômicos, a grande maioria está relacionada ao PIB real: 94,6% da receita primária está sujeita à volatilidade deste, da inflação, da massa salarial, do câmbio, dos juros ou do preço do petróleo . p. na inflação e no câmbio impactam essas receitas em R$ 15,0 bilhões e R$ 2,5 bilhões, respectivamente.

    p. em todas as variáveis, o aumento de arrecadação seria de R$ 43,5 bilhões. Pelo lado da despesa primária, a volatilidade está ligada às variações do salário mínimo e do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) , impactando principalmente as despesas com benefícios previdenciários e assistenciais, o pagamento de Seguro-Desemprego e o pagamento de Abono Salarial.

    No ano de 2025, aproximadamente 51,9% das despesas primárias totais apresentaram expansão pela influência direta da inflação e do salário mínimo . Riscos específicos Volta dos precatórios preocupa orçamento de 2027, diz Bueno | Abertura de Mercado Nesse caso, o Tesouro destaca os riscos relacionados aos precatórios, decisões judiciais contra o governo. O estoque de ações judiciais contra a União chegou a R$ 2,186 trilhões em junho de 2026.

    Esse valor, apesar de expressivo, é 3,9% menor que o estoque em 2025. O estoque de ações com risco provável e possível somava R$ 2,273 trilhões em 2025, representando redução de 14,6% em relação a 2024. Pix pode elevar PIB do Brasil em R$ 280,7 bilhões até 2028, diz estudo ]]>

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