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    Toffoli nega pedido de Bruno Scheid para usar “Bolsonaro” no nome de urna
    CNN Brasil·21 de set., 21:52

    Toffoli nega pedido de Bruno Scheid para usar “Bolsonaro” no nome de urna

    O ministro Dias Toffoli , do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) , negou, no domingo (20), um pedido do candidato do PL ao Senado por Rondônia, Bruno Scheid , para voltar a usar o nome “Bruno Bolsonaro Scheid” na disputa. A decisão mantém, por ora, o entendimento do TRE-RO (Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia) , que vetou a inclusão de “Bolsonaro” no nome de urna do candidato. A decisão não impede Scheid de disputar as eleições.

    O TRE-RO deferiu o registro da candidatura ao Senado, mas acolheu impugnação da Procuradoria Regional Eleitoral contra o nome “Bruno Bolsonaro Scheid” e determinou a substituição por “Bruno Scheid” . Ao analisar o pedido, Toffoli afirmou que a defesa não apresentou argumentos suficientes, em uma análise preliminar, para justificar a suspensão da decisão do TRE-RO. O ministro ressaltou que o tribunal regional concluiu, com base nas provas do processo, que o candidato não demonstrou ser conhecido pelo eleitorado como “Bruno Bolsonaro Scheid” .

    Leia Mais Lobista relatava viagens em voo da FAB e acesso ao Planalto, diz site Aliados de Gonet mantêm otimismo mesmo após foto ao lado de Vorcaro Primo de Vorcaro pede a Fachin que destrave análise de sua prisão Ao recorrer ao TSE, Scheid pediu a suspensão dos efeitos da decisão regional até o julgamento de um recurso especial. A defesa queria restabelecer o nome “Bolsonaro” nos sistemas da Justiça Eleitoral e nos dados destinados à urna. Também pediu autorização para usar o nome em materiais de campanha, redes sociais e outras peças de propaganda.

    Para o TRE-RO, a inclusão de “Bolsonaro”, que não faz parte do nome civil do candidato, poderia sugerir vínculo familiar com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e produzir uma “transferência artificial de notoriedade” para a candidatura. A defesa sustentou que Scheid nunca afirmou ser parente do ex-presidente. Argumentou ainda que uma eventual associação feita pelo eleitor entre o candidato e a família Bolsonaro não bastaria, por si só, para gerar dúvida sobre sua identidade.

    A controvérsia chega a menos de duas semanas do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. ]]>

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