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    CNN Brasil·23 de set., 15:03

    Transição energética: diferentes caminhos para um país continental

    Uma indústria que precisa reduzir emissões, uma transportadora que percorre longas distâncias e um pequeno negócio distante dos grandes centros urbanos têm necessidades de energia muito diferentes. No Brasil, essas diferenças também refletem a infraestrutura disponível em cada região e as características de cada atividade econômica. É por isso que a transição energética brasileira dificilmente será feita pela substituição de uma fonte por outra.

    Diferentes fontes e tecnologias se complementam para conciliar descarbonização, segurança energética, competitividade e acesso. Essa discussão estará no CNN Talks Energia, que será apresentado em 24 de setembro e terá patrocínio da Ultragaz. Com quase 90 anos de história e pioneirismo no GLP, a companhia atua hoje como uma plataforma de energia para negócios e domicílios, com soluções em GLP, energia elétrica e biometano.

    Presente em todo o país, a Ultragaz conecta pessoas e negócios, evoluindo continuamente para oferecer soluções cada vez mais inovadoras, eficientes e adequadas às necessidades energéticas dos clientes. A estratégia é usar essa capilaridade e o conhecimento acumulado sobre diferentes perfis de consumo para oferecer soluções de acordo com as necessidades de cada cliente. Hoje, a atuação inclui também o Mercado Livre de Energia, biometano, propelentes e fluidos refrigerantes, que podem ser combinados de acordo com as características de cada operação.

    Mais escolha na contratação de energia O Mercado Livre de Energia será um dos principais assuntos do encontro. Nessa modalidade, consumidores podem escolher fornecedores e negociar preços, prazos, volumes e condições contratuais, além de priorizar fontes renováveis. Para as empresas, essa possibilidade amplia as alternativas para uma gestão mais eficiente da energia, com maior previsibilidade orçamentária, segurança energética e melhor gestão de riscos, além de contribuir para o avanço das metas de sustentabilidade.

    Atualmente, a Ultragaz oferece uma solução completa para clientes que desejam atuar no mercado livre de energia de alta tensão, abrangendo desde o diagnóstico do perfil de consumo e a estratégia de contratação até a gestão contínua dos contratos e da operação, ocupando posições de destaque nos principais rankings do setor. Com isso, a Ultragaz fortalece sua atuação como provedora de soluções integradas de energia para empresas em diferentes regiões do país. A operação já atende mais de 5 mil clientes e acumula mais de R$ 1,4 bilhão em economia gerada para eles.

    A companhia ocupa a 2ª colocada no ranking da CCEE em número de unidades consumidoras. Cada operação pede uma solução A transição energética envolve diferentes caminhos, que podem se complementar de acordo com as características de cada operação. A disponibilidade de infraestrutura, o perfil de consumo e as necessidades específicas de cada atividade são fatores que influenciam a escolha das soluções energéticas.

    O GLP é parte dessa complementaridade. Transportável, disponível e amplamente distribuído, o combustível permite atender regiões e atividades com diferentes condições de infraestrutura e contribuir para a segurança do fornecimento. Essa versatilidade também permite aplicações em diferentes setores da economia, de residências e pequenos negócios a indústrias e grandes operações.

    A experiência da Ultragaz com o GLP ajudou a formar uma rede capaz de chegar a diferentes regiões e atender diferentes perfis de clientes. Essa presença também permite identificar demandas que podem ser atendidas por outras soluções energéticas. O biometano é uma dessas frentes.

    Produzido a partir de resíduos urbanos e agroindustriais, o combustível renovável é intercambiável com o gás natural em diferentes aplicações e já substitui o diesel e o gás natural no transporte pesado, contribuindo para a redução das emissões. A Ultragaz possui 750 mil metros cúbicos de biometano por dia contratados, com 15 plantas de produção incluídas em seus contratos e 20 clientes em operação, além de outros 44 clientes contratados. Entre 2024 e 2025, os projetos de biometano da companhia evitaram 56 mil toneladas de CO₂e.

    O combustível apresenta potencial de redução de até 90% das emissões de CO₂ em relação ao diesel, considerando o ciclo de vida. A companhia também trabalha na estruturação de corredores verdes de abastecimento. Um dos desafios é garantir que o combustível esteja disponível ao longo das rotas utilizadas pelas frotas pesadas.

    Para isso, desenvolve soluções logísticas e modelos de abastecimento de acordo com a operação dos clientes. O portfólio inclui ainda propelentes e fluidos refrigerantes para aplicações industriais. A combinação depende do perfil de consumo, da localização e das necessidades de cada cliente.

    O que falta para o mercado avançar A ampliação dessas alternativas exige investimentos. Em 2025, a Ultragaz destinou R$ 440 milhões principalmente à conquista de novos clientes no segmento granel, à expansão em novas energias e à manutenção de suas operações. Mas a evolução do setor não depende apenas das decisões das empresas de energia.

    A abertura do Mercado Livre, a expansão do biometano e o desenvolvimento de novas soluções também estão ligados a segurança jurídica, previsibilidade regulatória, infraestrutura e regras que permitam aos consumidores fazer escolhas. Liberdade de escolha, equilíbrio concorrencial e condições para que fontes renováveis sejam também competitivas fazem parte dessa agenda. A integração entre empresas, clientes, produtores e poder público também será necessária para ampliar infraestrutura, estimular novos mercados e atender diferentes necessidades de energia.

    Para a Ultragaz, as diferenças entre essas realidades orientam a ampliação do portfólio. A experiência de quase 90 anos com o GLP, a presença nacional e o conhecimento dos clientes dão suporte à oferta de soluções complementares para diferentes necessidades e à participação da companhia no desenvolvimento de novos mercados de energia. “A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.

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