Turista colombiano é vítima do golpe do “Boa noite Cinderela” no Rio
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta sexta-feira (25), dois suspeitos de aplicar o golpe do “Boa Noite Cinderela” em um turista colombiano. Ambos foram localizados pelos agentes na galeria do Túnel Rebouças, na Zona Sul do Rio. A ação foi feita através da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (DEAT).
A investigação apontou que a vítima, um turista colombiano, havia marcado um encontro, por meio de um aplicativo de relacionamentos, na noite da última quinta-feira (24). No local, o turista ingeriu uma bebida alcoólica adulterada preparada pelos investigados. Neste momento, o celular, US$ 1,2 mil em espécie e cartões de crédito da vítima foram furtados.
Leia Mais Turista mexicano é agredido durante assalto em Copacabana Turista alemão fica ferido após reagir a assalto no Rio de Janeiro Mulher é baleada durante confronto entre traficante no Rio Os investigados teriam ainda arremessado o homem colombiano de um carro em movimento, na região do centro da cidade. A vítima foi socorrida a um hospital, onde deu entrada com traumas no ombro e braço direito, além de desorientação por intoxicação por substância exógena. Logo que a situação foi reportada à Polícia Civil, começaram as investigações que resultaram na prisão de dois suspeitos e a apreensão de dois copos de bebida alcoólica e um frasco de um medicamento controlado, itens encontrados dentro do veículo.
Na delegacia, o turista reconheceu um dos criminosos como um dos autores do crime. O homem, que deve responder por roubo majorado, é também investigado em outros três inquéritos que envolvem crimes semelhantes com vítimas de nacionalidades britânica, americana e canadense, com prejuízos por transações bancárias fraudulentas que ultrapassaram 50 mil euros e US$ 17 mil. Já o segundo homem foi autuado em flagrante pelo crime de receptação.
Crime organizado: Megaoperação mira 106 suspeitos e bloqueia R$ 508 milhões | LIVE CNN Seguem as investigações para identificar um terceiro participante da ação criminosa e os receptadores finais das transferências bancárias. *Sob supervisão de André Rigue ]]>
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