SJX NEWS

    cnnbrasil.com.br

    CNN Brasil

    SJXNEWS
    Volume das represas que abastecem São Paulo ultrapassa 60% após chuvas
    CNN Brasil·26 de out., 19:42

    Volume das represas que abastecem São Paulo ultrapassa 60% após chuvas

    174,52 hm³ de água , que alcança um volume de água de 60,4%. Os dados foram contabilizados nesta segunda-feira (26) pelo SIM (Sistema Integrado Metropolitano) da Sabesp. O índice representa um aumento de 4,8% ao analisado no mês anterior.

    Em 26 de setembro foram contabilizados 1,082,73 hm³ , sendo 55,6% do volume. O SIM monitora todos os níveis do reservatórios do estado. Todos eles receberam níveis a mais do que o esperado, com destaques as represas de São Lourenço (+4,3%; 75,8% do volume) e Guarapiranga (+2,1% e 97,8% do volume).

    O Cantareira, por exemplo, o maior dos sistemas de abastecimento de água da Região Metropolitana de São Paulo, tem atualmente um volume de água de 48,4%, cerca de 475,63 hm³ . Essa quantidade representa um aumento de 5,7% em apenas 15 dias. No último 11 de outubro, o sistema fechou com 410,30 hm³ e com 42,7% do volume de água.

        Leia Mais Análise: Cantareira chega à primavera com pouca reserva Análise: Baixa do Cantareira acende alerta econômico em São Paulo Sistema Cantareira será reforçado com água de bacia que abastece o RJ Até o momento, a média de chuva registrada no Cantareira foi de 5,8 milímetros por dia , o que representa 189,2 mm neste mês, muito acima da média histórica , que é de 130,1 mm para setembro. Leia também: Super El Niño: chuva recorde de setembro em São Paulo é apenas uma amostra do que está por vir até o fim do ano | CNN Brasil Melhora na crise hídrica O aumento expressivo no volume do Cantareira é resultado da grande quantidade de chuva que caiu sobre a Grande São Paulo nos últimos meses. A capital paulista, por exemplo, bateu recorde e registrou o setembro mais chuvoso dos últimos 32 anos.

    A melhora vem desde junho e julho . No começo de agosto o SIM apontou um volume de 31,6 milímetros de água causados pelas chuvas dos meses anteriores, sendo 177% acima do previsto nos modelos meteorológicos. O resultado é visto como positivo, já que há cerca de um ano atrás, o nível de reservatório chegou ao pior índice desde a crise hídrica de 2015.

    Desde março de 2026, o governo de São Paulo mantém em vigor a “Gestão de Demanda Noturna”, reduzindo o nível da pressão da água na casa dos consumidores. Com a melhora em agosto, o governo decidiu reduzir esse período de 10 para 8 horas, sendo realizado de 22h às 6h. Mortes e alagamentos: o outro lado da chuva Apesar de ser visto como um ponto positivo para os reservatórios, as chuvas estão causando problemas no estado de São Paulo.

    O temporal do último domingo (25) provocou alagamentos, deslizamentos de terra e outros danos em diversos municípios paulistas. Além disso, duas mulheres morreram ao serem arrastadas pela correnteza em Jundiaí, na Grande SP. Em Capivari, por exemplo, alagamentos interditaram trechos de nove vias na manhã de domingo.

    Dez famílias ficaram desalojadas e foram encaminhadas para casas de parentes, enquanto outras três foram acolhidas em abrigo municipal. Já em Guareí, cerca de 50 residências foram atingidas por alagamentos na rua Alameda Jair Martins Siqueira, deixando aproximadamente 200 pessoas desalojadas. Após os episódios, o governo de São Paulo anunciou reforço a assistência humanitária as cidades atingidas pela chuva.

    Chuva altera local de votação em Itapevi e Itupeva (SP) | CNN ELEIÇÕES   ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

    Leia a matéria completa em CNN Brasil →