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    Willer Tomaz diz que “sala secreta” é cofre de empresa de táxi aéreo
    Poder360·23 de out., 00:02

    Willer Tomaz diz que “sala secreta” é cofre de empresa de táxi aéreo

    2026), um vídeo respondendo a uma reportagem do “ Jornal Nacional” , da TV Globo, que associou a ele uma “sala secreta” descoberta pela Polícia Federal em um hangar no Aeroporto de Brasília. Willer afirma que a estrutura é uma sala-cofre de uso comercial de uma empresa de táxi aéreo da qual é sócio. Não divulgou o nome da empresa.

    O advogado disse também que a reportagem foi intencionalmente publicada às vésperas do 2º turno das eleições para prejudicá-lo por meio da menção ao nome do candidato Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o Planalto. Segundo a reportagem do “Jornal Nacional” , a sala, que estava oculta atrás de um painel de madeira e continha prateleiras, malas e uma máquina de contar dinheiro, era usada para guardar dinheiro vivo. Willer rebateu afirmando: “A sala é uma sala-cofre num hangar da empresa de táxi aéreo que eu sou sócio.

    Ela existe porque a empresa presta serviço para transportadoras de valores, algumas das maiores do país, com contrato”. No vídeo, o advogado mostrou trechos do que seriam esses contratos, com os nomes das empresas tarjados por questões de segurança operacional. A suspeita da Polícia Federal é de que os recursos tenham origem em fraudes contra aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social .

    Willer é investigado na operação Sem Desconto, que apura desvios indevidos em aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS. Ele também foi o maior apostador do Brasil em 2025, de acordo com a Secretaria de Apostas. Segundo reportagem de Natália Portinari e Fabio Serapião, do UOL , Willer apostou cerca de R$ 5 bilhões no ano e sacou quase R$ 200 milhões.

    Assista (2min16s): Willer Tomaz descreveu a estrutura como compatível com o serviço prestado: porta blindada, grade e máquina de contar cédulas. Afirmou também que a própria reportagem do “ Jornal Nacional” confirma que nada foi encontrado no local. “Nada.

    Nem um real. Está na própria reportagem. O relatório diz que a estrutura é compatível com custódia de valores.

    Exatamente. É para isso que ela serve” , disse. TIMING DA PUBLICAÇÃO Willer questionou o momento em que a reportagem foi ao ar.

    Segundo ele, a Polícia Federal fez a diligência no hangar em agosto, mas a matéria só foi veiculada em outubro, a 4 dias do 2º turno das eleições. Para o advogado, o momento da divulgação não foi coincidência. “Virou manchete em outubro, a 4 dias do 2º turno, com o nome do Flávio no meio” , disse.

    Ele afirmou que o candidato à Presidência não tem qualquer ligação com a empresa de táxi aéreo, com as transportadoras de valores nem com nenhuma outra empresa de sua propriedade. A empresa, segundo Willer, opera com autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e os contratos com as transportadoras são regulares. “Transportadora de valores transporta dinheiro, objetos de valor, atividade legal, regulada, fiscalizada.

    E o malote precisa de lugar seguro antes e depois do deslocamento” , explicou. ” DISPUTA POR MANSÃO EM ANGRA A proximidade entre Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro também foi citada recentemente pelo jogador de futebol Richarlison, que diz ter perdido para a dupla a posse de uma mansão de luxo avaliada em R$ 10 milhões na Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ). O atleta afirma que investiu no imóvel em 2020 e que perdeu os direitos sobre a propriedade após uma manobra promovida por Willer e Flávio na Justiça e na SPU (Secretaria do Patrimônio da União).

    Willer nega irregularidades e afirma ter adquirido a posse legalmente, sustentando que o atacante comprou o imóvel de pessoas que não tinham a titularidade do bem. Flávio também nega qualquer envolvimento ou participação na negociação do imóvel. ]]>

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